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Regional, 01/11/2013

Flores para o Dia de Finados são comercializadas em locais públicos

 

Foto: Roberly Pereira

 

Roberly Pereira

 
O colorido e o aroma inconfundíveis das flores cultivadas nas propriedades rurais familiares na região serrana do Espírito Santo invadiram, na manhã desta sexta-feira (01), véspera do Dia de Finados, as praças públicas de Marechal Floriano e Domingos Martins. 
 
Vasos, buquês e maços contendo quantidades variadas de rosas, lírios, gérberas, palmas, crisântemos, sorrisos, copos-de-leite, margaridas, antúrios e outras flores são vendidos pelos cultivadores por valores variáveis entre R$ 5,00 e R$ 20,00. 
 
Os produtores, como procedem todos os anos, montam estandes para vender as plantas recém colhidas para os moradores das duas cidades e visitantes. Em Marechal Floriano as flores estão expostas à venda na plataforma do Centro Cultural Clara Luíza Hulle Pereira, antiga estação ferroviária da cidade.
 
 
Já em Campinho, sede de Domingos Martins, os floricultores ocupam parte das varandas de imóveis e montam barracas nos acessos da Praça Doutor Arthur Gerhardt. Em ambos os locais o movimento não interrompe a passagem de pedestres. 
 
Uma mulher que dá exemplo de persistência neste trabalho é a floricultora Rosália Delpuppo Marques, proprietária rural em Victor Hugo. Ela e o marido, Paulo Marques, vendem nas duas cidades as flores o ano todo, mas quando se aproxima o Dia de Finados, ampliam a oferta. 
 
  
 
“Cultivamos mais plantas para não escassear a produção. Meu marido, Paulo Marques, e eu, não abandonaremos nunca essa atividade que escolhemos há 20 anos: vendemos flores o ano todo, mas na época do Dia de Finados as vendas aumentam e ganhamos mais”, disse Rosária. 
 
Mazinho Padilha, de Marechal Floriano, também comercializa flores, juntamente com a sua família em Marechal Floriano e Campinho. “Além de cultivar, adquirimos flores de produtores de Venda Nova e buscamos oferecer o que há de melhor no gênero: rosas, copos-de-leite, lírios, palmas e muitas outras plantas”, disse. 
 
Para Michele Nascimento, que vende flores nesta época na praça principal de Campinho, a cada ano que passa aumenta a movimentação das pessoas que seguem até o cemitério, mas antes visitam a barraca colorida montada na praçinha da cidade. 
 
“Este trabalho nosso é digno. Ganhamos este direito porque colaboramos com a comunidade, que não precisa sair da cidade para ornamentar os túmulos dos parentes. Temos flores maravilhosas”, disse sorridente.
 
 
A servidora pública Mercília Maria Klein disse que todos os anos segue até a Praça Doutor Arthur antes de se dirigir ao cemitério, onde estão sepultados os parentes. “Os preços estão accessíveis e a qualidade das plantas está excelente. Não há necessidade de sairmos daqui para comprar as flores que irão ornamentar os túmulos dos nossos entes queridos falecidos”. 
 
 

 

 



 

 

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