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Gastronomia

Histórico

 

 

04/11/2010

Gastronomia para o verão

 

 

 
A estação mais quente do ano vem chegando, o calor também e, para melhor aproveitarmos seus longos dias de sol, é conveniente que façamos uso de uma alimentação mais leve e bebamos bastante líquido, de modo a conviver saudavelmente com as altas temperaturas características dessa época.
 
É enorme a relação de preparações que podemos consumir durante este período. Vão de sopas frias, saladas e terrines até sanduiches e comida japonesa, como sushis, sashimis e temakis.
 
Vou começar pelas sopas frias, as quais não temos hábito de servir, mas que são muito refrescantes e saborosas, podendo fazer parte de um jantar, como entrada. 
 
É o caso do “gazpacho”, de origem espanhola, preparado com tomates, cebola, pepino e miolo de pão, batidos no liquidificador com água e um pouco de vinagre e de azeite. Há, também, a “vichyssoise” (lê-se vichissoase), receita francesa de um creme feito com alho poró e batatas cozidas em caldo de frango.
 
 
No verão é impossível não celebrar as saladas. As melhores são as preparadas com os legumes e verduras frescos da época e que podem ser enriquecidas com batatas, queijos, presuntos, embutidos, peito de frango, bacalhau desfiado, ovos, feijão branco, palmito, milho, ervilha, lentilha, “crôutons” (aqueles cubinhos de pão torrados), massas cozidas, camarões e outros frutos do mar, várias frutas, como abacaxi, manga e morangos, azeitonas, uvas passas, nozes e outros tantos produtos, até flores comestíveis: é só dar “asas à imaginação”!
 
 
E os molhos para estas saladas? Pode ser um simples e autêntico “vinagrette”, preparado com uma parte de vinagre ou suco de limão, quatro partes de azeite e uma colher de mostarda amarela, ou uma saborosa maionese que, se for caseira, deve ser consumida imediatamente devido ao ovo cru em sua composição, ou industrializada, que pode ser conservada em geladeira. Podemos dar-lhe o “toque do Chef”, adicionando, por exemplo, “pickles” ou alcaparras. 
 
Muitos outros molhos podem ser utilizados, como os preparados com iogurte e hortelã ou aqueles a base de azeites aromatizados com alho ou ervas. Lembremo-nos, sempre, que as saladas só devem ser temperadas na hora de servir, para que o vinagre e o limão não “cozinhem” as folhas, emprestando-lhes uma cor e textura desagradáveis!
 
São, também, muito apreciadas, as saladas específicas oriundas de alguns países, como a libanesa “tabule”, que leva triguilho, tomates, pepinos, cebola e hortelã, e a salada grega, que usa, também, pepinos, tomates  e cebolas, além de alcaparras, cubos do queijo grego “feta” e aquelas azeitonas pretas enormes e maravilhosas, tudo isso regado com muito azeite extravirgem! 
 
 
Se quisermos colocar na mesa alguma receita com carne, podemos partir para as “terrines”, normalmente elaboradas com carne suína, de aves ou coelho e, ainda, ”foie gras” (fígado de ganso ou de pato). Podemos também pensar no “carpaccio”, prato italiano preparado com finíssimas lâminas de carne bovina crua (filet mignon ou lagarto) cobertas com um molho de azeite, mostarda amarela e alcaparras, servido com queijo parmesão, em lascas pequenas ou ralado grosso, espalhado por cima. Hoje existem mais versões, como as de abacaxi, salmão, haddock ou beterraba, dentre outras.
 
 
Agora vamos nos remeter aos sanduiches. Segundo conta a história, ele foi inventado por um jogador de cartas inglês, Lord Sandwich, que estava com fome durante uma rodada de carteado e não queria parar o jogo para comer. Pediu, então, ao seu criado, que preparasse algo rápido e simples. O criado pegou dois pedaços de pão e colocou uma fatia de presunto no meio e, assim, estava criado o “sandwich”! 
 
Como exemplo do que atualmente está sendo oferecido nas várias padarias e cafeterias estão aqueles produzidos com o delicioso pão tipo “chiabatta”, de origem italiana, recheados com variadas pastas de queijos cremosos ou ricota, peito de peru ou de frango fatiado, tomates e rúcula, bem “lights”. Ou os que utilizam o pão árabe, aquele redondinho e sem miolo, os quais podem vir com o recheio das pastas de berinjela (babaganuche), de grão de bico (húmus), de quibe cru, coalhada seca, etc, também com baixas calorias.
 
 
Além destes e para aqueles que a apreciam, uma boa pedida é a comida japonesa. Além de uma bonita apresentação, pois são verdadeiras obras de arte, os “sushis”, “sashimis” e “temakis” sempre estão compostos por peixes e frutos do mar fresquíssimos, servidos crus, e os demais ingredientes, como as folhas, os legumes e as frutas, idem. Somente as algas marinhas é que são previamente assadas e o arroz dos sushis, cozido. 
 
 
Se quiser experimentar algo diferente, peça um “ceviche”, especialidade da gastronomia peruana preparada com peixes de carne branca e frutos do mar, ambos crus e cortados em cubos, marinados com suco de limão e temperados com cebola picada, pimenta vermelha e salsinha. 
 
Mais uma opção são as ostras frescas, como, por exemplo, as cultivadas nas imediações de Florianópolis, as quais podem ser consumidas cruas, somente acrescidas de uns pingos de suco de limão e acompanhadas por um vinho branco gelado, de preferência um “Chablis” francês.
 
 
Para encerrar, chegamos às sobremesas. Nada mais refrescante e saudável, além de um bom suco ou água de côco gelados, do que uma colorida e sortida salada de frutas frescas, descascadas e picadas na hora! A variedade das frutas depende da região e é muito interessante utilizar as locais junto com as tradicionais. Seja no norte, nordeste, sul, sudeste ou centro-oeste do nosso país, a mistura dos seus sabores e texturas irá proporcionar um resultado fantástico! Podem vir cobertas com uma calda ou creme de leite. Mas, por que não uma taça de morangos cobertos com chantilly?
 
 
Quanto aos sorvetes, podem ser caseiros ou industrializados, de frutas, chocolate, baunilha ou doce de leite, ter pedaços de frutas ou nozes na massa, ser elaborados somente com água e sucos (os “sorbets”), ter como base o iogurte, ser servidos com coberturas de caramelo ou chocolate, na casquinha ou na taça, ou como picolés, no palito (já estão sendo usados como parte das caipirinhas!), não importa... Eles são apreciados pela manhã, à tarde ou à noite, independem do horário em que os consumirmos. Em minha opinião, trazem aquele “refresco” interior, tão necessário nos dias quentes do nosso verão tropical! 
 
 
E não se esqueça de usar o filtro solar!
 

 

 

 

 

Oscar Alume

05/11/2010
07h08

Gostei!


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Cristina

05/11/2010
07h50

Mais um artigo, além de educativo, extremamente apetitoso... Adorei!! BBBJJJSSSSSSSSSSSSSSS


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Margareth Soares Cunha

05/11/2010
08h14

Simplesmente deliciosa e refrescante a sua matéria!


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