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Gastronomia

Histórico

 

 

23/08/2010

A gastronomia na Confraria

 

 

 

  

Sou um privilegiado. Há mais de doze anos faço parte de uma Confraria de amigos que se reúne, a cada três meses, num sítio em Domingos Martins, durante um final de semana, para participar de experiências gastronômicas riquíssimas. Além de falar da vida dos outros, discutir a situação política do estado e do país, jogar sinuca ou bocha e, principalmente, desopilar o fígado nos divertindo um bocado.

 

A Confraria rendeu até um livro, que eu escrevi com a ajuda dos demais confrades: “Histórias e receitas de uma Confraria (ainda) sem nome”, publicado em 2007. Agora, entretanto, ela já tem nome: “Confraria do Miró”. Depois de muita discussão e horas e horas de debate, surgiu a idéia de homenagear o mascote do sítio, um cão basset que possuía este nome, Miró, e que já partiu desta para a melhor...    

 

 

As esposas e os filhos não vão aos encontros: eles abrem mão de nossa companhia, durante o período em que estamos lá, para que possamos desfrutar melhor dos momentos ímpares que ali vivemos. Elas sabem que somente sendo um “Clube do Bolinha” poderemos comentar e contar aventuras e desventuras vividas particularmente e retornar para casa renovados, com a alma lavada e passada.

 

Somos 12 amigos, sendo oito médicos, três engenheiros e um advogado, todos “gastrônomos” de primeira.  Alguns chegam ao sítio à tarde, sempre, nas sextas-feiras.  Os demais à noite, já que dão expediente em seus escritórios e consultórios até mais tarde.

 

Aqueles que conseguem se desvencilhar dos compromissos profissionais mais cedo fazem uma parada “técnica”, digamos assim, no “Café com Prosa”, em Santa Isabel, antes de seguir para o destino final, que é o sítio “Maracutaia” (não sei bem de onde surgiu este nome). Ali fazem um pequeno aquecimento prévio, ingerindo algumas cervejas e degustando um queijo da região acompanhado por nacos de uma lingüiça caseira especial.

 

 

Na semana anterior à do encontro decidimos os cardápios: quem fará o que na sexta à noite, quem preparará o que para o almoço de sábado e quem será o sortudo que se incumbirá da refeição do sábado à noite.

 

No livro registrei 34 receitas que preparamos durante estes anos todos, porém, na realidade, se fizermos as contas, foram muito mais refeições submetidas à apreciação dos confrades: a maioria deu certo, ficaram saborosas, outras nem tanto e, óbvio, não estão registradas.

 

Vou citar algumas que ficaram “na história”: a feijoada do Bolinha, receita oriunda do restaurante paulista de mesmo nome, guardada a sete chaves pelo Nilson e que ele prepara com maestria; as moquecas de sururu elaboradas pelo Délio; 

 

 

a sopa de capeletti no caldo de galinha do Noslen; os medalhões de file mignon com penne, uma das especialidades do Kfuri; 

 

 

os conchiglionni (caracóis) de massa recheados com abóbora que o Lora nos presenteou e  o ossobuco com polenta que eu, modestamente, fui o autor.

 

 

Em algumas ocasiões temos sobremesas, mas nem sempre: não é a especialidade da casa... Nos contentamos com mariolas, paçocas e cocadas! Mas, para os vinhos, temos nossos próprios especialistas, tanto para selecioná-los e como para harmonizá-los com os pratos: são atribuições do Kfuri e do Alberto.

 

Para encerrar, não posso deixar de citar os cafés-da-manhã: sucos (de caixinha) com diversos sabores, iogurtes lights e normais, leite quente e frio, café forte e fraco, queijos, presuntos, pão francês e de forma (frutas não me lembro de ter visto em nenhuma ocasião!) e, eventualmente ovos mexidos, pois nosso cardiologista está lá, atento! 

 

 

Nos domingos, pela manhã, voltamos para casa, após este maravilhoso café. Dividimos as despesas e combinamos a data do próximo encontro. Deste momento em diante começamos a nos movimentar para dar início ao planejamento dos próximos cardápios, da escolha dos vinhos que irão harmonizar com os pratos e com os demais detalhes de uma das molas-mestras da nossa Confraria, que é a gastronomia! 

 

 

 

 

 

 

Délio Prates

23/08/2010
11h37

Gente o melhor da historia toda é que temos comentaristas de sinuca de plantão que além de auxiliar na resolução das muitas brigas veem o jogo para os jogadores é um verdadeiro privilegio ter este amigos, voltamos de nosso fds gastrronomico renovados e felizes.


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Alberto Colnago

23/08/2010
12h29

Grande Cassa: Viver entre amigos, recordando o passado e planejando o futuro, certamente é uma dádiva que nos permite viver mais neste mundão de Deus. [ ]s Alberto


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Wilson

23/08/2010
14h11

Grandes Confrades, cada vez subindo ¨mais e mais¨, uns na Culinaria, outros na música. Parabens à ¨Confraria do Miró¨. PS: só que na Bocha e Sinuca...


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Noslen Salles

23/08/2010
16h14

Mensagem


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Noslen Salles

23/08/2010
16h17

São mais menos 12 anos de serviços prestados a nossa pequena comunidade..!Santé..!


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