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Gastronomia

Histórico

 

 

26/05/2010

Vinhos e Gastronomia

 

 

 

 

Uma parte da Gastronomia, se não for uma das importantes é bastante interessante, diz respeito às bebidas. Elas podem ser alcoólicas, como vinhos, cervejas ou destilados, ou não, como os chás, os cafés, os sucos, etc.

 

Neste artigo, gostaria de discorrer um pouco sobre vinhos. O tema é bastante extenso e já gerou milhares de publicações a respeito, dentre eles livros técnicos, didáticos, romances e sobre sua história, além de artigos especializados, críticas e receitas utilizando este líquido maravilhoso.

 

Um dos assuntos em pauta, atualmente, versa sobre os benefícios à saúde trazidos pela ingestão de vinhos tintos em doses homeopáticas, ou seja, um cálice diariamente durante as refeições. A tese defendida por vários médicos afirma que os flavonóides existentes nos tintos auxiliam a prevenção de doenças em nosso sistema cardiovascular. Mas não adianta deixar de beber sua taça diária para, nos finais de semana, tomar o “saldo” acumulado.

 

Podemos dividir os vinhos em tintos, brancos e rosados (rosés). Podemos classificá-los, também, como “varietais”, os quais são produzidos por um só tipo de uva (ou uma só casta ou cepa), ou os de “corte“, que utilizam mais de uma uva em sua fabricação. Podemos, ainda, separá-los por espumantes, como os champagnes, que só podem ser chamados assim se forem produzidos na região francesa de mesmo nome, ou cavas, se produzidos na Espanha. Tem ainda os “de sobremesa”, como os Tokay, da Hungria, adocicados, ou “Porto”, estes oriundos de Portugal. Além desses, existem ainda os “fortificados”, como os madeira, típicos da ilha de mesmo nome e que sofreram adição de aguardente vínica.

 

Também é comum dividi-los por regiões, que são inúmeras. Os franceses, por exemplo, podem ser da Borgonha ou de Bordeaux, seus mais famosos e que possuem, cada um, características especiais e regidas por leis rigorosamente observadas. Há, também, os italianos: cito os do Piemonte, os da região da Toscana e os Chianti. Também todos eles seguem regras específicas para gerarem, sempre, produtos de qualidade.

 

Produzem-se vinhos em todas as regiões do planeta. Na América do Sul, o Brasil, a Argentina, o Chile e o Uruguai são os mais conhecidos. Na América do Norte são vários estados que os fabricam, principalmente Califórnia, Oregon e Nova Iorque. Do Canadá saem os vinho do gelo, ou “Icewines”, cujas uvas são colhidas congeladas. Na Europa quase todos os países são produtores, mas se destacam França, Espanha, Portugal e Alemanha. A Grécia também tem sua produção própria. E na África podemos citar a África do Sul, com uma cepa desenvolvida lá mesmo, a “Pinotage”, e o Líbano.

 

Na Ásia temos a China se desenvolvendo e consumindo grandes quantidades, haja vista seu imenso número de habitante. O Japão está produzindo tintos e brancos, estes com as castas Chardonay, de origem européia, e a Koshu, assemelhada à Sauvignon Blanc.

 

O Brasil tem se destacado pela fabricação de espumantes, tanto no Rio Grande do Sul como na região vale do rio São Francisco, em Pernambuco. Além destes, alguns tintos de excelente qualidade estão sendo produzidos em Santa Catarina, na região fria da serra de São Joaquim. Inclusive já há produtores estrangeiros investindo nestas regiões, pois acreditam em seu potencial.

 

Aqui no Espírito Santo há um movimento ainda inicial para a produção de uvas e vinhos em alguns municípios das montanhas do Estado, como Santa Teresa, Alfredo Chaves, Domingos Martins, Venda Nova do Imigrante, entre outros. O volume e a qualidade das uvas vêm crescendo bastante anualmente e o entusiasmo dos produtores tem acompanhado este crescimento.

 

Para encerrar quero fazer menção a outras bebidas derivadas do vinho, como o Cognac e o Armagnac, ambos destilados de uva fabricados na França, a Grappa, a Graspa, e a Bagaceira, que também são destilados, e as misturas ou infusões, como os vermutes, nos quais adicionaram-se ervas e raízes. 

 

Além destes há as preparações frescas, como a Sangria, nada mais nada menos que uma jarra de vinho tinto com pedaços de laranja, soda e gelo, e o Clericot, vinho branco também na jarra, frutas em pedaços (morangos, pêssegos, laranjas) e gelo que, além de refrescantes, são muito saborosos. 

 

E gostaria, ainda, de convidá-los para realizarem experiências gastronômicas usando os vinhos nas preparações de receitas, tanto salgadas como doces, devidamente acompanhadas harmoniosamente por uma taça daquele que você escolher. Lógico, junto a uma boa companhia. É um programão! Mas, lembre-se: se beber não dirija!

 

 

 

 

 

Armando Almeida

04/06/2010
06h26

Parabéns, mais um belo artigo. Adorei saber um pouquinho mais sobre vinhos.


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Jonas

08/06/2010
19h56

Agora... um vinhozinho com um queijinho parmesão Carnieri e uma lareirazinha acesa... imbatível!


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