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Sexo & Prazer

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27/03/2015

Faça o (seu) amor durar!

 

 


É tão bom se apaixonar, não é verdade!

Esse estado de encantamento muda a cor do nosso dia, muda a nossa energia, muda a vida.

Como tudo que é intenso, a paixão tem inteligência própria, nasce de uma química que não depende da nossa vontade. E o que faz com que o fogo apague antes da hora é justamente a força que fazemos para a paixão durar…

Fazer força é exatamente isso: interferir, forçar, batalhar. A gente usa tanto esses verbos no cotidiano – “viver é uma luta” – que sem perceber, pela força do hábito, acaba carregando para o terreno do coração, que não é um campo de batalha ou de conquista. Esses verbos, armados de capa e espada, produzem comportamentos parecidos com eles, de esforço, interferência e luta. O resultado é a perda da espontaneidade, da leveza, da alegria… Nada do que a gente queria, nada que alimente a chama do estar felizes juntos.

Aos poucos ou rapidinho, a paixão vai se transformando em outra coisa – amor, amizade, afastamento, aversão. O que vem depois vai depender da co-criação – isto é, dos “detalhes tão pequenos de nós dois” que vão dando alegria ou um gosto azedo ao cotidiano: os gestos amorosos (ou impacientes) de cada um, os sorrisos (ou o mau-humor), a parceria (ou a competição), a vontade de fazer dar certo (ou de fazer birra porque o orgulho é maior), curtir as afinidades (ou ficar cobrando perfeição).
Relacionamento é co-criação.

Se a gente fosse resumir numa frase, seria: “Com você me sinto uma pessoa melhor”.

Mas se algo não vai bem, se o outro desperta em mim o meu pior – e vice-versa – os dois precisam descobrir o que está acontecendo e o que estão criando sem perceber.

Só que é muito difícil fazer isso sozinhos porque estamos envolvidos demais, com a visão distorcida pelas mágoas e expectativas. Quantos amores terminaram porque os dois não souberam lidar com essas sutilezas e se culparam, culparam o outro, a vida, Deus, a má sorte, o destino. Mas ninguém tem culpa – o que existe é medo, insegurança, fragilidade, um grito de socorro que geralmente se manifesta em forma de brigas, acusações, frieza, dar o troco.

E cada um vai pra um lado por conta de mal-entendidos e picuinhas.

Para mudar este quadro, primeiro, é preciso mapear dois pontos fundamentais: o de partida e o de chegada – onde a pessoa ou o casal está e onde quer chegar.

No ponto de partida, cada um está imerso num determinado contexto: a situação em volta, o problema, sua maneira de ver o problema, as atitudes individuais, necessidades, dúvidas, receios, forças, fraquezas, a forma como interpreta a si, ao outro e ao mundo, as experiências passadas, o modo como reage a cada coisa que acontece ou aconteceu, a dinâmica mental, emocional… enfim, um monte de variáveis. E cada variável, em ação isolada ou junto com as outras, vai determinar onde a pessoa está e também os resultados que colhe – ou pra onde ela está indo (sem saber).

Então, o universo que é cada um está sempre se movendo para algum lugar.

Agora imagina dois universos convivendo – eis um casal.

Como a maior parte dos nossos comportamentos e reações é determinada por motivações inconscientes, muitas vezes não temos noção clara desse pra onde estou indo, pra onde estamos indo, quem eu sou, quem é você… e vamos parar onde não queremos: no mundo dos rancores, dos mal-entendidos, da falta de desejo, das provocações, da tristeza, do vazio.
 

 

 

 

 

 

 
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