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20/03/2015

A maior lição da crise hídrica

 

 

Rodrigo Felisoni
Diretor da Saggio do Brasil, indústria responsável pelo Hidrosteril®, higienizador bactericida para tornar a água potável e pela comercialização do Aqua Pack, kit para análise de água.
 
Neste Dia Mundial da Água, celebrado anualmente em 22 de março, não podemos deixar de falar do fatídico momento que São Paulo e alguns municípios da região sudeste vivem: a crise hídrica.

O ano virou e a falta d’ água continua. Engana-se quem acredita que as fortes chuvas deste início do ano irão resolver o problema, pois a questão é muito mais complexa: temos alta demanda por água – e a tendência é sempre aumentar – contra baixa oferta de chuva. Além disso, outros problemas como falta de planejamento adequado para o uso do recurso e o desperdício não permitem que se dê um prazo para a crise chegar ao fim.

Em São Paulo, cerca de 30% da água tratada é perdida antes de chegar à torneira. A partir daí já temos uma dimensão da quantidade de água que “vai pelos canos”, literalmente. Frente à escassez, a alternativa de muitos paulistas vem sendo o uso de poços, caminhões-pipa e galões de água. Entretanto, o uso de água de fontes não seguras pode acarretar em outros problemas de saúde pública, como doenças decorrentes de contaminação.

No sentido de prevenir esses riscos, existem soluções práticas no mercado que ajudam a população. É o caso de dois produtos distribuídos pela indústria Saggio do Brasil. O primeiro é o “Hidrosteril”, bactericida utilizado nas residências para desinfecção da água para consumo humano, alimentos e lactários (utensílios do bebê).  O outro produto é o “Aqua Pack”, que é um kit para análise da potabilidade da água que o consumidor utiliza no dia a dia.

Embora o aumento gradual dos sistemas de abastecimento esteja nos dando uma luz no fim do túnel, a crise hídrica, sem dúvida, nos deixa um legado (leia-se uma esperança): formar uma geração mais consciente. Sempre ouvimos que a água iria acabar, mas como nunca fomos afetados, continuamos utilizando-a como se fosse um recurso infinito. Contudo, a nova geração sentiu na pele as consequências da falta d’água e isso pode ter sido o insight necessário para um consumo mais responsável.
 
 


O Montanhas Capixabas adverte que a opinião do colunista expressada no texto acima é pessoal e pode não representar a opinião da empresa ou de seus editores.
 

 

 

 

 

 

 
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