GERAL POLÍTICA POLÍCIA TURISMO CULTURA AGRONEGÓCIO ESPORTE SAÚDE CLASSIFICADOS EVENTOS GUIA COMERCIAL
BUSCA   
ESCOLHA SUA CIDADE 20 DE JANEIRO DE 2017

 

Vida Saudável - Dicas de Saúde

Histórico

 

 

17/12/2013

Psicóloga dá dicas para deixar o cigarro em 2014

 

 

 

Autora de livro sobre o assunto, Juliana Bilachi afirma que é essencial se comprometer com as metas traçadas após decisão de abandonar o tabagismo.

Além de festejar e participar de confraternizações com a família e amigos, final de ano é época de planejar e tomar decisões. As famosas resoluções para o próximo ano funcionam como metas a

serem alcançadas. Na vida pessoal, emagrecer, cuidar da saúde e parar de fumar estão entre asdecisões mais comuns nesse período. No entanto, depois que o novo ano começa, é difícil levar adiante o planejamento e alcançar os objetivos traçados.

Autora do livro “Cigarro – como romper esse legado”, a psicóloga e escritora Juliana Bilachi tem dicas valiosas para que a decisão de parar de fumar não se transforme em mais um plano deixado de lado. Anos de experiência com pacientes, pesquisas, palestras e participação em congressos e debates a credenciam a fazer essa resolução sair do papel.

Segundo ela, a decisão de parar de fumar faz com que o fumante precise abrir mão de algumas situações prazerosas e comuns que o levam a fumar no dia-a-dia. “O dependente não necessita abrir mão de tudo de uma só vez, o que ele necessita, na realidade, é identificar quais são circunstâncias que o conduzem ao cigarro e, então, deixar de realizar uma, duas ou mais dessas condições e se empenhar rumo ao objetivo desejado. É essencial que o fumante não regrida com relação à escolha feita, mesmo que demore um tempo para se adaptar”, diz.

Um dos casos clássicos está relacionado a fumar dirigindo. 

Se o dependente optar por não fumar dentro do carro, é muito importante que se comprometa com a escolha feita e direcione suas forças para não voltar a fumar dentro da sua ou de qualquer outra condução. Outra dica importante é contar sobre o processo da interrupção do tabagismo somente para pessoas, independente do grau de parentesco, que irão apoiá-lo emocional e moralmente, manter-se em silêncio e ter discrição quanto aos planos e objetivos, pois uma crítica negativa pode deixá-lo vulnerável à irritabilidade, ao nervosismo e à ansiedade. Também é fundamental aceitar os desconfortos que aparecerão durante o desenvolvimento desta transformação e deixar a dor da ausência vir e ir de modo consciente. Além de desmistificar as crenças e os mitos inseridos na relação dependente-cigarro. 

“Não há uma regra quanto ao parar de fumar. Existem pessoas que param de fumar de uma só vez, outras diminuem progressivamente a quantidade de cigarros e outras não planejam a maneira da interrupção e acabam parando de uma forma ou de outra”, afirma.

Para a psicóloga, recursos como medicamentos, adesivos e gomas de mascar podem ser utilizados, mas é preciso tomar cuidado com a fase em que são usados. De acordo com Juliana, o fumante passa por fases no processo de abandono do tabagismo. Mais de 80% dos que procuram ajuda terapêutica passaram da fase de pré-contemplação para a de contemplação, quando realmente sentem que são dependentes do cigarro.

“A fase de contemplação é caracterizada pela oscilação entre o medo e a coragem de parar de fumar”, explica. A coragem está conectada com a autoconfiança, o otimismo, a determinação, o autocontrole e a pulsão da vida. Na fase de ação, terceira fase, o fumante estabelece o parar de fumar como principal prioridade em sua vida.

É nessa fase, a da ação, que recursos como medicamentos e adesivos podem ser usados. Se forem usados na fase de contemplação, a probabilidade de regressão no tratamento é grande.

“Isso porque o fumante deposita toda a confiança e expectativa no recurso terapêutico e não se legitima como o principal responsável por esse processo”, explica.

Há também os fumantes que não precisam desse tipo de recurso, mas apenas de acompanhamento psicológico, grupos de apoio e apoio familiar e social. Cabe a cada pessoa escolher a maneira mais apropriada, considerando aspectos internos, como a vontade, determinação, coragem e autoconhecimento.

Já na quarta fase, a de manutenção, o ex-fumante constata que consegue viver sem o cigarro, sente a saúde melhorar e enxerga ganhos inclusive na produtividade profissional e nos relacionamentos pessoais. “A autoestima, a autoconfiança, o sentimento de coragem e o respeito próprio aumentam dia após dia”, conclui.

Fonte: www.dino.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 
2016 (13)
 

Setembro (1)

 

 

» O diagnóstico de câncer d...

 

Agosto (1)

 

 

 

Julho (1)

 

 

 

Junho (3)

 

 

 

Maio (1)

 

 

 

Abril (2)

 

 

 

Março (1)

 

 

 

Fevereiro (2)

 

 

 

Janeiro (1)

 

 

2015 (12)
2014 (12)
2013 (8)
2012 (5)
2011 (10)
2010 (7)

 





GERAL POLÍTICA POLÍCIA TURISMO CULTURA AGRONEGÓCIO ESPORTE SAÚDE CLASSIFICADOS EVENTOS GUIA COMERCIAL
BUSCA   
Termo de Uso | Política de Privacidade | Anúncios Publicitários | Contatos

© 2009 Montanhas Capixabas - Todos os direitos reservados